"Estás onde?"

segunda-feira, 25 de maio de 2009



Naquele dia pensei estar consciente do que estava a fazer, mas ao deitar-me na cama que tão apaixonadamente tinha colocado no sítio ideal, vi que nem tinha estado lá.
Pensei em falar.
Tinha um quinhão de perguntas para lhe colocar, mas não o fiz. Não tinha qualquer moral para o fazer e, então, deixei-me estar bem quente e segura.
Hoje tento compreender o que fiz, mas a única coisa que me ocorre (sem ser um "porque sim!") é que já o fiz e procurar uma resposta do porquê é procurar dor e sofrimento em algo que cedo passará.

Um dia voltará a acontecer mas aí já não terei problemas em perguntar, sofrer, hesitar ou esquecer, terei A atitude, a qual me conheço ter em todas as ocasiões socialmente conhecidas como "constrangedoras".
[não fazer.]