Nada sai daqui.
Nada mostro.
Nada conto.
Nada temo.
Nada tenho.
Nada enterro.
Nada escondo.
Nada me conhece.
Nada me acompanha.
Nada existe.
Nada me recorda.
Nada me contenta.Nada sinto.
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Tudo desaparece.Tudo mostro.
Tudo conto.
Tudo temo.
Tudo tenho.
Tudo enterro.
Tudo escondo.
Tudo me conhece.
Tudo me acompanha.
Tudo existe.
Tudo me recorda.
Tudo me contenta.
Tudo sinto.
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Uns com consciência do que lhes mostra esse caminho, outros com mais certezas que nem o chegam a conhecer.
Esses "outros" vivem alimentados à boca pela mão dos que não existem. A complexidade simples e facilidade oportuna com que crescem é soberba, são esses que se fazem conhecidos por meios deploráveis aos meus olhos.
Querem mais e mais e conseguem-no pela facilidade com que brincam e analisam cada movimento, cada letra de um qualquer postal.
Pisam. Saltam. Sobem.
Aqueles que não existem são tão ridículos e banais que chegam a ter escrito na testa o que são, o que fazem e o que querem. São puros e invejados pelos "outros" .
Não existem.
"A felicidade não existe."
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