Viagra emocional .

domingo, 25 de outubro de 2009

Não me queixo
Não me lamento
Não quebro e não minto.
Não me tens,
Nem me dou,
Só me queres onde não estou.
Por ti choro,
Por ti sorrio,
Por ti quebro e a ti me deixo
Por saber que não estás,
Sinto tudo em desleixo.
.

Forçosamente fabriquei este poema quase imediatamente, nem pensei em rimar. A banalidade das palavras demonstra a vontade de me deixar ficar na qualidade de "sofredora", aquela em que tão poucas vezes estou quantos dedos tenho na mão esquerda.

Platão discute o que é a justiça.
Eu ouço o que tem para me ensinar. A justiça, a justiça.. Cada um faz da justiça o que mais lhe convém, a verdade por detrás dos comportamentos todos desconhecem..todos, menos quem os pratica!



Aquele vinho especial não voltará a tocar-me.

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