
A hora tardia faz-me reflectir. 2.
Entre soluços e orgasmos não sei o que me faz sentir pior.
Se a força que tento ter, se a vontade de te comer.
Arrastas-te até mim com esses arremelados pretos olhos incultos e inconscientes do que está para vir. Persegues-me como se soubesses o que te espera sabendo que é comigo que vais acabar.
Convidas-me para um chá e uns scones cheios da doença ocular, que é a tua menor preocupação mesmo sabendo que não correrá bem. As sequelas são inevitáveis.
Tentas procurar conforto no que ultimamente te tem dado mais atenção mas não sabes o que procuras ao certo. Sabes que é comigo que queres estar, que é na minha cama que queres acabar o dia mas a forma como o tentas fazer não é suficiente para me agarrar. Tenho um escudo racional que não deixa que os germes me ataquem e me tirem a vista.
Tento dar o que não te dei durante tanto tempo. Tempo esse em que estiveste sempre presente mas onde nunca encontrei o teu valor até .... agora. Estiveste sempre na minha cama com vontade de mais e mais, eu é que nem reparava em ti. Ou reparava mas não ligava. Ou não reparava mas sentia. Ao não reparar sabia que estavas presente e isso não me permitia dar-te atenção, tinha-te por algo certo e que iria continuar presente independentemente do que fizesse.
Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!
(estou mais aliviada)
Grito por saber que não me ouvem ou por saber que mesmo que me ouçam não virão em meu auxílio. Sei cuidar de mim!
Bullshit!
A importância que não dão, dou eu a dobrar. Por competência ou ignorância estarei sempre presente para dobrar essa doença que insiste em atormentar quem por cá passa. Fazer tudo para que continues a querer deitar-te na minha cama. Mas também temos a tua ... ou o chão. O chão está frio! Talvez seja melhor aquelas duas mantas com uma almofada por cima do chão em contacto com o refresco da alma onde me pintas caricaturas personalizadas da tua imaginação. Parece seda! A caneta desliza mesmo sem tinta. Molha-se a ponta e lá recomeça o desatino imaginário.
Entre soluços e orgasmos não sei o que me faz sentir pior.
Se a força que tento ter, se a vontade de te comer.
Arrastas-te até mim com esses arremelados pretos olhos incultos e inconscientes do que está para vir. Persegues-me como se soubesses o que te espera sabendo que é comigo que vais acabar.
Convidas-me para um chá e uns scones cheios da doença ocular, que é a tua menor preocupação mesmo sabendo que não correrá bem. As sequelas são inevitáveis.
Tentas procurar conforto no que ultimamente te tem dado mais atenção mas não sabes o que procuras ao certo. Sabes que é comigo que queres estar, que é na minha cama que queres acabar o dia mas a forma como o tentas fazer não é suficiente para me agarrar. Tenho um escudo racional que não deixa que os germes me ataquem e me tirem a vista.
Tento dar o que não te dei durante tanto tempo. Tempo esse em que estiveste sempre presente mas onde nunca encontrei o teu valor até .... agora. Estiveste sempre na minha cama com vontade de mais e mais, eu é que nem reparava em ti. Ou reparava mas não ligava. Ou não reparava mas sentia. Ao não reparar sabia que estavas presente e isso não me permitia dar-te atenção, tinha-te por algo certo e que iria continuar presente independentemente do que fizesse.
Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!
(estou mais aliviada)
Grito por saber que não me ouvem ou por saber que mesmo que me ouçam não virão em meu auxílio. Sei cuidar de mim!
Bullshit!
A importância que não dão, dou eu a dobrar. Por competência ou ignorância estarei sempre presente para dobrar essa doença que insiste em atormentar quem por cá passa. Fazer tudo para que continues a querer deitar-te na minha cama. Mas também temos a tua ... ou o chão. O chão está frio! Talvez seja melhor aquelas duas mantas com uma almofada por cima do chão em contacto com o refresco da alma onde me pintas caricaturas personalizadas da tua imaginação. Parece seda! A caneta desliza mesmo sem tinta. Molha-se a ponta e lá recomeça o desatino imaginário.
Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!
(Acaba com isto!)
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