You "like"d it .
segunda-feira, 31 de maio de 2010
I may not have colorful eyes like you wanted me too or be as pretty as your skinny friends but I have a colorful spirit and an incomparable beauty. Your friends know it and in a few years you'll know it too. Just wish you could see it now otherwise all your words were in vain and all my tears were just.. salty .
Proclamado por
Filipa Serqueira
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Duas páginas abertas sem saber a qual me dedicar, um mundo aberto com opções vastas e uma mentalidade perdida no que quer ter e no que se quer tornar.
A mulher que escolho ser não é a que desenho todos os dias, mesmo aqueles em que vou por aí com uma desculpa longínqua de viagem por fazer. Perceber o que me conforta e me é prometido ou viver o que me é apresentado sem fazer nada para mudar? 

Pensei que gostava do conceito do "deixa-te levar, a vida é curta" mas percebo agora que deixar-me levar pelo que não me comtempla e apenas satisfaz é ir contra a pessoa que quero ser e a mulher que desejas ter. É ir pelo caminho do óvio e fácil .. e eu nunca me dei com caminhos óbvios ou fáceis! No entanto, fazer uma escolha prende-me de me dedicar ao que me mantém constante por agora mesmo compreendendo que um futuro não é visto. O receio que tenho de perder o que sinto ter agora não me deixa avançar com a ideia da transformação pequena a que preciso de me submeter para chegar onde quero.
Escrever sobre isto faz-me cansar de pensar e isso é o melhor, leva-me a tomar uma decisão.
Proclamado por
Filipa Serqueira
I did cry .
terça-feira, 25 de maio de 2010
Com essa tua música fazes-me ficar horas a escrever e a desejar mais um momento de olhar desprezante e cinzeiro no colo. Deixas-me bem no meu sítio prometendo voltar quando te sentires preparado e eu quando um reset tiver feito depois de uns tempos de , espero, recolha intelectual.
Não te queixas e nada me dizes mas lembras-te de mim ao sair desse jogo de pé ao peito com um sorriso arrogante depois de uma fala desprezível do rapaz que ambos conhecemos sem antes nos (re)conhecermos.
"You'll be a bitch because you can!"
Nada me faz querer ter o comportamento de que antes falei, não consigo tê-lo mesmo tu tentando puxar por mim pondo-me à prova afirmando: "não te vou fazer mal." Eu, mesmo assim, afasto-te à medida que tu próprio reconheces o teu limite. Ficamos deitados a ouvir o que te relembra de pessoas enquanto eu sorriu ao ouvir o que isso te relembra, e, com esse mesmo respeito, te dedico um concerto inteiro em espírito e coração sem o saberes. Reconheço o meu desiquilibrio ao dar-te um pouco do que te pertence as 23h15. Tu, por outro lado, não reconheces ou se o fazes não me confrontas com isso, eu, preocupada, dirigo-te mais umas palavras mas tão rapidamente te dei como as recolhi ao perceber o lugar onde me querias.
Espero estar cá quando me decidir e dizer-te o que há uns anos se encontra entalado, até lá, vou vivendo-o sem receio ou desconforto por adorar o que tenho e por não ter de fazer escolhas. Mais à frente no tempo te direi o que quero e o que sinto, aí sim, podes dedicar-me aquela frase suja e mentirosa que tanto pensas no sentido que faz. Conheces-me bem por sermos parecidos e por desde sempre nos tocarmos sem nos podermos tocar e pelos anos que eu ou tu não avançamos por ambos sabermos que ela estava apaixonada por ti.
Lembras-te disso? De conversarmos no jardim sobre o quanto ela gostava de ti e tu gostavas de mim e eu gostava de ti e, mesmo assim, estarmos ali em confronto sentimental sem um passo darmos por boas pessoas e amigos sermos?
Ainda hoje fazemos isso, o que nos afastou é o que nos mantém juntos, é o que fará de nós um ... casal.
Tu com ela, eu com ele, tu comigo e eu... com ele. *
Não te queixas e nada me dizes mas lembras-te de mim ao sair desse jogo de pé ao peito com um sorriso arrogante depois de uma fala desprezível do rapaz que ambos conhecemos sem antes nos (re)conhecermos.
"You'll be a bitch because you can!"
Nada me faz querer ter o comportamento de que antes falei, não consigo tê-lo mesmo tu tentando puxar por mim pondo-me à prova afirmando: "não te vou fazer mal." Eu, mesmo assim, afasto-te à medida que tu próprio reconheces o teu limite. Ficamos deitados a ouvir o que te relembra de pessoas enquanto eu sorriu ao ouvir o que isso te relembra, e, com esse mesmo respeito, te dedico um concerto inteiro em espírito e coração sem o saberes. Reconheço o meu desiquilibrio ao dar-te um pouco do que te pertence as 23h15. Tu, por outro lado, não reconheces ou se o fazes não me confrontas com isso, eu, preocupada, dirigo-te mais umas palavras mas tão rapidamente te dei como as recolhi ao perceber o lugar onde me querias.
Espero estar cá quando me decidir e dizer-te o que há uns anos se encontra entalado, até lá, vou vivendo-o sem receio ou desconforto por adorar o que tenho e por não ter de fazer escolhas. Mais à frente no tempo te direi o que quero e o que sinto, aí sim, podes dedicar-me aquela frase suja e mentirosa que tanto pensas no sentido que faz. Conheces-me bem por sermos parecidos e por desde sempre nos tocarmos sem nos podermos tocar e pelos anos que eu ou tu não avançamos por ambos sabermos que ela estava apaixonada por ti.
Lembras-te disso? De conversarmos no jardim sobre o quanto ela gostava de ti e tu gostavas de mim e eu gostava de ti e, mesmo assim, estarmos ali em confronto sentimental sem um passo darmos por boas pessoas e amigos sermos?
Ainda hoje fazemos isso, o que nos afastou é o que nos mantém juntos, é o que fará de nós um ... casal.
Tu com ela, eu com ele, tu comigo e eu... com ele. *
Proclamado por
Filipa Serqueira
Nowadays .
terça-feira, 18 de maio de 2010
YOU drive me crazy. Today is the day but there will be more days and i'll be here, in this day, wishing for that day to come .
Proclamado por
Filipa Serqueira
Re: Stacks .
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Com a cabeça perdida em amassos me entrego mais uma vez por saber que posso e por conhecer mais um pouco depois de umas linhas trocadas.
This my excavation and today is kumran
Everything that happens from now on
This is pouring rain
This is paralyzed
I keep throwing it down two-hunded at a time
It's hard to find it when you knew it
When your money's gone
And you're drunk as hell
On your back with your racks as the stacks are your load
In the back and the racks and the stacks of your load
In the back with your racks and you're un-stacking your load
Well I've been twisting to the sun and the moon
I needed to replace
The fountain in the front yard is rusted out
All my love was down
In a frozen ground
There's a black crow sitting across from me
His wiry legs are crossed
He is dangling my keys, he even fakes a toss
Whatever could it be
That has brought me to this loss?
On your back with your racks as the stacks are your load
In the back and the racks and the stacks of your load
In the back with your racks and you're un-stacking your load
This is not the sound of a new man or crispy realization
It's the sound of the unlocking and the lift away
Your love will be
Safe with me
(Com este são 18 para e sobre ti .)
Proclamado por
Filipa Serqueira
Testemunho .
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tinha escrito 31 linhas de manhã para agora as transcrever aqui mas a importância que lhes dou de momento é nula!
Humana
Diferente
Mundo
Hoje
Completo
Fria
Costelas
Super-mulher
Crescer
Educação
Rigor
Independência
Extremo
Consequências
Inato
Importantes
Folia
Organização
Palavra
Atitudes
Personalidade
Amor
Estas são palavras que faziam parte desse texto desprezado.
Quem me conhece sabe bem do que falo, quem não me conhece não vai querer saber.
Humana
Diferente
Mundo
Hoje
Completo
Fria
Costelas
Super-mulher
Crescer
Educação
Rigor
Independência
Extremo
Consequências
Inato
Importantes
Folia
Organização
Palavra
Atitudes
Personalidade
Amor
Estas são palavras que faziam parte desse texto desprezado.
Quem me conhece sabe bem do que falo, quem não me conhece não vai querer saber.
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Filipa Serqueira
Faz-me um favor ..
terça-feira, 4 de maio de 2010
Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.
É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das caras e dos dias.
Tu és melhor -- muito melhor!
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê.
Mario Cesariny
Porque por não estares, vais estando .
Obrigada .
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.
É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das caras e dos dias.
Tu és melhor -- muito melhor!
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê.
Mario Cesariny

Porque por não estares, vais estando .
Obrigada .
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Filipa Serqueira
Die Pause .
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Bah! Um dia não vais deixar-me ir.
Proclamado por
Filipa Serqueira
domingo, 2 de maio de 2010
You're so damn good in this circle of hearts.

Sabes tão bem jogar o que não gostas de chamar de jogo querendo, mesmo assim, ganhar só porque te dá mais vontade de cuidar, de tratar e mimar. Não jogas sujo por seres limpo e honesto mas sujas as mãos comigo tendo sempre em mente o teu limite.
Quero que me abraces e digas que vai tudo ficar bem e que és feliz no teu mundo.
Quero um mundo bem mais pequeno que uma carapaça de camarão frito e uma colher de gelado esquisito.
Quero fazer caretas ao não gostar do teu sabor.
Quero tanto mais!
Jamie Cullum - Frontin
Já não escrevia tanto desde que tu e ela (re)apareceram. Entre ti, ela, a doença dela, exames e mortes tentei libertar-me através de palavras e mostrar o que não dou a qualquer um.
Hoje escrevo por me sentir enterrada.
Enterrada em conversas, beijos, corações, nomes, cores, álcool, nicotina, abraços, pensamentos, esperanças, massas, dores e palavras forçosamente arrancadas da mente promíscua que se tem revelado nestes últimos dias.
São tantas.. são fortes e relevantes mas não para mim.
O que sinto é desvalorizado por ter idade, é tão feio sentir isso e ter que agir de acordo com isso. A construção de um alicerce que sustente essa prática é bem difícil por ter que haver credibilidade nas acções e nas palavras.
O sentimento que, por vezes, se apodera leva-me a ter comportamentos despreocupados.
Falto-te ao respeito? Sim, vezes sem conta. Partindo do conhecimento próprio, sinto-me suja por saber que o faço, sendo essa a principal componente moral que defendo e acredito. Tudo é motivado pela falta de respeito, quer a liberdade de culturas ou a chapadinha hipotética que me deste ontem. Eu, em gesto de fúria, dei-te também uma, ou pensava que te dava.. afinal dei a mim mesma, estou marcada.
..não me deixes viva no caixão.

Sabes tão bem jogar o que não gostas de chamar de jogo querendo, mesmo assim, ganhar só porque te dá mais vontade de cuidar, de tratar e mimar. Não jogas sujo por seres limpo e honesto mas sujas as mãos comigo tendo sempre em mente o teu limite.
Quero que me abraces e digas que vai tudo ficar bem e que és feliz no teu mundo.
Quero um mundo bem mais pequeno que uma carapaça de camarão frito e uma colher de gelado esquisito.
Quero fazer caretas ao não gostar do teu sabor.
Quero tanto mais!
Jamie Cullum - Frontin
Já não escrevia tanto desde que tu e ela (re)apareceram. Entre ti, ela, a doença dela, exames e mortes tentei libertar-me através de palavras e mostrar o que não dou a qualquer um.
Hoje escrevo por me sentir enterrada.
Enterrada em conversas, beijos, corações, nomes, cores, álcool, nicotina, abraços, pensamentos, esperanças, massas, dores e palavras forçosamente arrancadas da mente promíscua que se tem revelado nestes últimos dias.
São tantas.. são fortes e relevantes mas não para mim.
O que sinto é desvalorizado por ter idade, é tão feio sentir isso e ter que agir de acordo com isso. A construção de um alicerce que sustente essa prática é bem difícil por ter que haver credibilidade nas acções e nas palavras.
O sentimento que, por vezes, se apodera leva-me a ter comportamentos despreocupados.
Falto-te ao respeito? Sim, vezes sem conta. Partindo do conhecimento próprio, sinto-me suja por saber que o faço, sendo essa a principal componente moral que defendo e acredito. Tudo é motivado pela falta de respeito, quer a liberdade de culturas ou a chapadinha hipotética que me deste ontem. Eu, em gesto de fúria, dei-te também uma, ou pensava que te dava.. afinal dei a mim mesma, estou marcada.
..não me deixes viva no caixão.
Proclamado por
Filipa Serqueira
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